Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

Ufos fazem revoada em Icaraí



Ufos fazem revoada em Icaraí
Um caso extraordinário de avistamento de objeto voador não identificado em região urbana densamente populosa, com registro em vídeo de toda a experiência

O Caso Icaraí fora tão surpreendente para um dia de Natal que seria preciso examiná-lo melhor. De início, em razão dessa importante data, parecia um alarme falso, dado por alguém querendo insinuar uma suposta “volta de Jesus”. Mas bastou averiguar um pouco para concluir-se que não era uma fraude nem tampouco uma insinuação religiosa. Os UFOs realmente tinham feito uma revoada. A praia de Icaraí fica dentro da Baía de Guanabara e costuma ser palco das maiores festividades da cidade de Niterói. De lá se avista as mais famosas praias do Rio de Janeiro, vislumbra-se também as magníficas elevações da Pedra do Índio, Pão de Açúcar e Corcovado, onde está o Cristo Redentor. Seu movimentado calçadão é local de passeio obrigatório para turistas, moradores e jovens em busca de outros olhares.Logo entrei em contato com a testemunha principal, Luiz Ricardo Mello, procurando saber dele se alguém havia tirado fotos ou filmado os UFOs e se poderia descrever-me os acontecimentos. As informações iniciais davam conta de uma verdadeira revoada na noite de 25 de dezembro de 2006. E poucas horas depois, exatamente às 00h36 da manhã, Ricardo deu o alarme na internet, contando um pouco os acontecimentos: “Dezenas de objetos sobre o céu de Niterói, agora à noite, cerca de 21 horas. Estou na praia de Icaraí, com a minha família. Todos presenciamos, impressionados, algo jamais visto. É difícil até começar a descrever. Havia no céu objetos de cor vermelha, emitindo luzes brancas, como flashes, e fazendo movimentos circulares. Ao final, uma espécie de sonda ficou quase 10 minutos parada em frente à praia de Icaraí, não muito alta, emitindo uma luz branca e piscando intermitente. Foi fantástico! Se isso não foi o primeiro grande contato, então não sei o que poderia ser... Fico no aguardo de outros relatos”, finalizou esperançoso.As primeiras informaçõesÉ importante lembrar que a primeira coisa que veio à cabeça da testemunha, numa noite de Natal passada com a família, foi compartilhar o avistamento com pessoas da lista de Ufologia da qual ele participa. Não teve dúvida, veiculou a notícia apenas três horas após o ocorrido, na esperança de que alguém, assim como ele e a família, pudesse também ter visto o insólito. Naturalmente que um relato assim gera muitos comentários e enseja múltiplas consultas. A conversa correu solta durante as primeiras horas da manhã e o dia seguinte inteiro. As primeiras informações não demoraram a chegar. De modo geral, os consultados declaravam não terem visto nada. Contudo, a falta de corroboração visual num evento UFO não é fato incomum. Afinal, não são as multidões que relatam os avistamentos, mas apenas algumas pessoas, aquelas que estavam no local e de olho no lugar certo do céu quando o insólito sobreveio. Os UFOs de Icaraí davam indícios de algo semelhante.O moderador do grupo, Paulo Poian, tentou obter mais informações, mais algum detalhe que pudesse esclarecer melhor os fatos. Ao mesmo tempo, solicitou ao pessoal do Rio de Janeiro alguma notícia veiculada nos meios de comunicação como rádio, televisão etc., que pudesse corroborar o avistamento. Considerou que um evento de tal proporção, no horário informado, deveria ter sido observado por mais testemunhas. Sendo assim, preferiu com prudência aguardar outras informações.Interesse internacionalAinda em 26 de dezembro, Jacques Arongaus, de New Brunswick, Canadá, por e-mail pedia a Ricardo mais detalhes do avistamento, ao que foi atendido: “Jacques, o avistamento foi feito da janela do apartamento, com vista para a Baía de Guanabara. Toda a minha família (esposa, filho, mãe, irmã, sobrinho, cunhado) viu o objeto sobre o mar, a tal sonda... E os demais objetos sobre um morro nas proximidades. A sensação geral foi de que algo fora do normal estava acontecendo, devido à quantidade e a pequena distância dos objetos. Tinham cor vermelha, semelhantes a uma estrela, porém com movimentos circulares e horizontais, emitindo flashes de luz branca. O mais impressionante foi o último, sobre o mar, cerca de uns 300 m de altitude. Emitia uma luz vermelha, com flashes em luz branca, piscando muito rápido. Tivemos a sensação de que todos os moradores da praia de Icaraí ou mesmo quem estivesse no calçadão da praia naquele momento, poderiam ver tudo, devido a proximidade. Infelizmente, a posição do apartamento não nos permite ver o calçadão. Liguei a TV na mesma hora, procurando algum tipo de noticiário, mas nada... Usando um binóculo, meu filho chegou a comentar que parecia uma nave do tipo ‘Star Wars’. Não a vi saindo de alguma nave-mãe. Quando percebi, ela já estava no céu, piscando forte, estacionária. Asseguro que não era qualquer tipo de aeronave terrestre. Continuamos super intrigados com o que aconteceu...”

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